domingo, 22 de novembro de 2009

I Mostra de Book Trailers da Livraria Cultura

Réss Fëanáry *

Bem-vindo novamente a Thargor!

Dia 05 de Dezembro ocorrerá, na Livraria Cultura do Shopping Market Place em São Paulo, a I Mostra de Book Trailers da América Latina.

Vários autores dos mais variados estilos literários (em especial a ficção científica, o terror e a fantasia) irão exibir os trailers de suas obras e apresentar mini-palestras para falar de seu trabalho, dos novos projetos e da concepção do trailer em si. Além, claro, de pequenas sessões de autografos. Um evento diferente, gratuito e aberto ao público, que vale a pena prestigiar.

Eu estarei lá, exibindo o novíssimo booktrailer do livro Lordes de Thargor, o Vale de Eldor (ainda não viu?!?! Então, clica na imagem do trailer à direita ou AQUI... rs). Além disto, alguns autores vão sortear um exemplar de seus respectivos livros. Quem sabe é seu dia de sorte e você leva pra casa um exemplar do Lordes de Thargor? :D

Um blog foi criado pelo escritor Leandro Reis, autor de Filhos de Galagah, para dar mais detalhes e informações sobre o evento e manter os interessados sempre atualizados: http://mostrabooktrailers.blogspot.com/

E, para aqueles que não puderem comparecer, peço, por favor, que ajudem na divulgação.

Abaixo, o release da Mostra:


Depois do e-book e do áudio-book, um novo conceito surge no mundo literário. Recentemente, o crescimento do booktrailer teve tal visibilidade que começa a ser considerado como um novo movimento artístico.

Buscando a experimentação de novas possibilidades, a Livraria Cultura, juntamente com escritores brasileiros, organiza o I Festival de Booktrailers da América Latina. Tal festival tem como ponto de partida a exploração do conceito de booktrailer e sua possibilidade artística na contemporaneidade de valorização às experiências sinestésicas.

O booktrailer, ou trailer de livro, tem a função de apresentar um lançamento literário e, até mesmo, de criar o ambiente emocional que a leitura do livro proporcionará. A ausência de padrões e a infinita possibilidade criativa para a realização dos vídeos tornam o evento muito mais interessante do que uma simples exposição.

O festival é gratuito e aberto para todas as idades. Terá espaço no auditório da Livraria Cultura (unidade Market Place), das 14 às 18 horas, no dia 05 de dezembro de 2009. Sobre os gêneros literários apresentados, serão eles ficção científica, fantasia, romance, policial, suspense/terror, chick-lit (literatura feminina), documentários e contos.

Ainda que seja arte experimental, o booktrailer possui grande potencial e, principalmente, a possibilidade de se tornar etapa essencial para o lançamento de um livro.

Em se tratando de um novo movimento artístico, é indispensável seu estudo e sua exposição para que, futuramente, o booktrailer venha a se firmar como objeto de expressão para novos artistas, editoras, escritores e, principalmente, para facilitar a escolha do leitor na hora da compra.


* Réss fëanáry significa, em Anthár, “Saudações (seja bem-vindo), Visitante!”.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Lançamentos: Marcas na Parede & Folhas do Espanto

Réss Fëanáry *

Bem-vindo novamente a Thargor!

Dois lançamentos chegando pra fechar o mês de Novembro com chave de ouro. Abaixo, os convites:

Antologia Marcas na Parede
(Editora Andross)


Folhas do Espanto
(editora Don Muñoz, antiga Folha da Baixada)


* Réss fëanáry significa, em Anthár, “Saudações (seja bem-vindo), Visitante!”.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Booktrailer: Lordes de Thargor, o Vale de Eldor

Réss Fëanáry *

Bem-vindo novamente a Thargor!

É com muito prazer e uma pontinha de alegria incontida que apresento à vocês o booktrailer do livro Lordes de Thargor, o Vale de Eldor.

Desenvolvido especialmente para o I Festival de Booktrailers da Livraria Cultura (mais detalhes da participação do LdT em breve!), o booktrailer traz um bocadinho de tudo o que pode ser encontrado no livro; aventura, magia, criaturas fantásticas e muita, mas muita fantasia.

Então, bora ver logo isso:



Pra conferir o vídeo direto da fonte, basta clicar AQUI e, tanto lá como aqui, deixe um coment's dizendo o que achou!!!

Aliás, cabe aqui um agradecimento mais que especial ao escritor M. D. Amado, pela paciência e dedicação com que fez o vídeo. Tu é o cara, Amado!!!


* Réss fëanáry significa, em Anthár, “Saudações (seja bem-vindo), Visitante!”.

sábado, 14 de novembro de 2009

Em breve!!!

Vivemos em um mundo onde os rótulos definem o que devemos consumir. Um universo de padrões. De predefinições. De paradigmas.

Conhecer o suficiente para gerar a capacidade de ignorar esses modelos é uma obrigação da literatura fantástica moderna. Seja na fantasia, no horror ou na ficção científica, assim como no realismo, o que importa é inovar constantemente. Conhecer as regras e quebrá-las por convicção, jamais por ignorância.

Causar o novo é preciso! Barreiras são erguidas apenas para serem colocadas abaixo. Um paradigma só é tão eterno quanto a capacidade humana de desafiá-lo.

A Coleção Paradigmas é justamente o ângulo que rompe a membrana entre os subgêneros consagrados para fomentar o nascimento do original. Nela são reunidos contos de – e para – uma geração de novos escritores, livres de preceitos e com a mente no futuro.

Abra as portas. Quebre os paradigmas!

Vem aí...

Paradigmas - Volume 4


quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Lançamentos: Alma e Sangue & Os Dias da Peste

Réss Fëanáry *

Bem-vindo novamente a Thargor!

Dois eventos bacanas e super importantes chegando pra abrir bem esse final de semana e pra fincar de vez as raízes da literatura fantastica no Brasil.

O primeiro, já nesta quinta-feira, é o lancamento do segundo livro da série Alma e Sangue, da escritora Nazarethe Fonseca no Shopping Pátio Paulista e, o segundo, na sexta-feira, é o também lançamento do livro Os Dias da Peste do super Fábio Fernandes, no deliciosamente convidativo Bardo Batata.

Abaixo, ambos os convites:

Alma e Sangue
O Império dos Vampiros


Os Dias da Peste


Agora, só programar o final de semana e prestigiar o nascimento desses dois novos rebentos da literatura nacional, além, claro, de dar aquele abraço de boa sorte nos pais orgulhosos!


* Réss fëanáry significa, em Anthár, “Saudações (seja bem-vindo), Visitante!”.


domingo, 8 de novembro de 2009

[Artigo] O Pós-Modernismo e a Literatura Mainstream

Em um mundo onde os meios tecnológicos ditam as regras e a forma de viver passou a ser reflexo desta condição, assumindo um ritmo assustadoramente rápido, tornou-se evidente que o modelo de representação vigente até então já não comporta este avanço em sua totalidade. Velhas definições foram definhando e uma nova consciência, mais generalizada, quiçá plana, surgiu.

É neste terreno de múltiplas possibilidades que surge a ideia de Pós-modernidade. Os conceitos que englobam sua definição podem ser resumidos por certas características peculiares predominantemente desenvolvidas no século XX, a saber, o boom dos meios de comunicação e a propensão em se deixar dominar por seus inúmeros tentáculos; a colonização do nosso universo, até então particular, pelos mercados, seja ele econômico, político, cultural ou social; a celebração exacerbada do consumo como modo de expressão pessoal; a pluralidade e pouco aprofundamento cultural, seja no âmbito restrito ou global; a polarização social e a falência das grandes metanarrativas como fomentadora da consciência e aprofundamento individual.

A pós-modernidade recobre todos esses fenômenos conduzindo, em um único e mesmo movimento, a uma lógica cultural que valoriza o relativismo e a indiferença, a um conjunto de processos intelectuais flutuantes e indeterminados, a uma configuração de traços sociais que significaria a erupção de um movimento de descontinuidade da condição moderna, ou seja, mudanças dos sistemas produtivos e crise do trabalho, eclipse da historicidade, crise do individualismo e onipresença da cultura narcisista de massa. Em outras palavras, a pós-modernidade tem predomínio do instantâneo, da perda de fronteiras, gerando a ideia de que o mundo está cada vez menor através do avanço da tecnologia, deixando-nos diante de um mundo virtual, onde imagem, som e texto são produzidos em velocidade instantânea.

Como colocou Fredric Jameson, teórico do pós-modernismo, o indivíduo perdeu sua identidade e tornou-se, a rigor, impessoal. A pós-modernidade contém características progressistas e reacionárias, cuja expressão cultural está intimamente ligada aos aspectos mercadológicos, transformando a cultura, antes oriunda de uma lógica pensante, em simples mercadoria. A sociedade pós-moderna, assim, é marcada pela falta de profundidade, pelo excesso de superficialidade e pela mercantilização da arte como um todo. Segundo Jameson, "nós nos pensamos enquanto mercadoria, e esta é, talvez, a mais importante característica formal de todos os pós-modernismos".

Neste contexto, a literatura nos chega como a sublimação do efêmero, do fragmentário, do descontínuo, onde apenas o momento presente tem importância, seu precedente, sua historicidade, não acrescenta nada e, portanto, deve ser banalizado. Mudam-se valores; a partir de então é o novo, o fugidio, o efêmero e o individual que deve prevalecer.

Como exemplos notórios da disseminação dos aspectos pós-modernos estão dois dos mais respeitados escritores da chamada literatura mainstream; um norte-americano e, outro, inglês.

Na obra Iniciantes, o escritor norte-americano Raymond Carver traça um panorama da pós-modernidade através de contos cujas características mais acentuadas são o tom minimalista da narrativa e a ruptura com quaisquer influências anteriores, buscando no momento presente a completude da ideia proposta. O conto “Torta”, um dos mais significativos do livro, cuja referência direta se dá em relação ao dualismo amor / renúncia, figurará, aqui, como excelente exemplo.

O carro estava lá, e não os outros, e Burt deu graças a Deus por isso”. Este conto nos apresenta Burt, um homem divorciado que decide, sem convite, ir visitar a família no dia de Natal. Recebido com ressalvas pela ex-esposa e os dois filhos, ele se vê às voltas com uma série de acontecimentos aos quais, dada a separação, não tem mais acesso, mas que, pelo hábito, ou pela inércia de sua própria condição, não consegue abandonar. Entre troca de presentes e elogios vazios, Carver nos apresentar dois dos mais marcantes aspectos da pós-modernidade; Burt é um sujeito inserido na vida planificada das famílias das grandes cidades e, como tal, perdeu o sentido de unicidade, de individualismo. Para ele, épocas como o Natal já não representam um sentido particular, mas sim, figuram como “panos de fundo” de algo que já não mais lhe pertence e para o qual ainda existe “uma brecha cabível de reparação”. É como se, através dos presentes e da festa, ele pudesse se sentir inserido novamente no ambiente ao qual estava acomodado e no qual sua vida tinha certa significação. Para ele, o Natal, sem toda aquela encenação, enfeites ou reuniões em volta da mesa, se lhe afigurava vazio de sentido. Não sentido como forma da plenitude do fato, mas sentido como perpetuação da mesmice. Por outro lado, os mesmos presentes com os quais ele tenta reconquistar esse espaço perdido, esse vazio de sentido, é a representação do vazio maior de toda a família. Os presentes representam a planificação de significados, a diluição da cultura e do individualismo e sua imersão na efemeridade da cultura de massa.

Ao ver-se excluído de um espaço que julgava seu, espaço este que passa a ser ocupado “por outros”, e de um amor que dava sentido ao seu não-sentir, Burt reage da única forma possível a quem se sente perdedor; tenta acabar com o Natal da família roubando-lhes as tortas e quase ateando fogo na casa, por conta do excesso de lenhas postas na lareira.

O ciúme expressado pela personagem ao ver-se preterido é, aqui, uma forma de renúncia. Com isso, Burt renuncia a uma vida nova, vazia dos sentidos comuns e aberta a novas experiências. Para ele, apenas o que está estratificado tem importância; apenas aquele espaço planificado, conhecido e vivido é válido e não há espaço para uma nova busca por outros significados. Manter-se no nível da superfície, ou seja, do que já se tem por certo, é o que importa e, portanto, o “retorno ao seio do lar” é o desejado.

Assim, o conto também evoca de modo muito particular outras duas características marcantes do pós-modernismo: a falta de expressão e a ansiedade. A vida cotidiana, as experiências psíquicas e as linguagens culturais passaram a ser dominadas pelas categorias de espaço e não pelas de tempo, como o eram no período anterior do alto modernismo.

Burt não quer deixar que seu espaço seja invadido, tanto que, no dia seguinte, retorna a casa para resolver o que não foi resolvido na noite anterior. Aqui, novamente a questão do amor e da renúncia se faz presente. Não que Burt ame sua ex-esposa, mas ela é a representação da segurança que ele perdera, do espaço conhecido, da planificação de seus sentidos. E é através do ciúme inconsequente que ele renuncia a tudo o mais. Como desfecho de sua condição, o ato de cortar o fio do telefone quando sua ex-esposa fala com outro, evidencia esse desejo de se desligar do que está fora daquele espaço, de reter aquilo que lhe é conhecido e não deixar que nada de externo possa entrar. E quando, após um ato seu de possível agressão com um objeto que lhes era comum, ela lhe pede para “deixar nosso cinzeiro aí” ele entende sua fala como uma abertura àquilo que pretendia, um retorno, por assim dizer, ao seu espaço. A renúncia da ex em seguir com a discussão é, para Burt, um retorno do amor, não a ela, mas ao comodismo de sua situação. Diante desta evidência, resta a ele retornar em outra data para “acertar o que não está certo”.

Seguindo esta linha de pensamento dualista acerca do amor e da renúncia, outro texto que evoca as características pós-modernistas é o conto “Reviver”, do inglês Julian Barnes, presente na obra “Um Toque de Limão”.

Nele, Ivan, um escritor já afamado pela vasta obra se vê diante de um pedido inusitado: o encurtamento de uma velha obra sua para representação por uma atriz da qual jamais ouvira falar. No dia da encenação, o velho escritor se vê “arrebatado pela jovem atriz”, vítima do mesmo amor cuja personificação é o tema central da peça.

Porém, este amor é idílico, vago em sua realização, um amor fadado ao platonismo, visto a diferença de idade entre ambos e sua equivocada rigidez moral. Aqui, há a confusão entre personagem e pessoa; o velho escritor não sabe se seu amor é de fato pela jovem atriz ou se por sua personagem, Verochka, que, antes apenas uma coadjuvante negligenciada, nesta nova visão lhe arrebata sobremaneira o coração.

Num primeiro momento, nota-se a presença significativa da estratificação cultural na própria encenação. Passados apenas trinta anos, a peça teve de ser cortada para se adequar aos novos palcos e as novas plateias. Apenas um ajuste a princípio, esse corte sugere toda uma concepção de visão cultural; já não se aceita mais a cultura como forma de aprofundamento do pensar. Agora, ela deve ser leve, ágil, rápida. Aqui, a renúncia do escritor-personagem já denota seu caráter pós-modernista; abre-se mão de uma obra antiga, completa em suas significações, mutila-se seu sentido primário em detrimento de um público inapto, pouco exigente e, acima de tudo, massificado.

Passado esse momento inicial, surge entre os dois um acanhado flerte; ele, beijando-lhe as mãos em cartas sentimentais; ela, aceitando de bom grado seus galanteios.

E, então, surge a questão da jornada, a representação do enfrentamento dos desafios em busca do amor que está longe. E esta viagem, que anteriormente era tida como o ato final do amor romântico, dura exatos cinquenta quilômetros.

Em seu Teoria da Literatura: Uma Introdução, o crítico Terry Eagleton afirmou que a literatura pós-moderna “é uma arte de prazeres, superfícies e intensidades fugazes. Por saber que suas próprias ficções são infundadas e gratuitas, [o escritor] pode atingir uma espécie de autenticidade negativa apenas ao alardear sua irônica consciência desse fato, pervertidamente chamando atenção para seu próprio status de artifício construído”.

Barnes, através de um narrador tendencioso e, por vezes, cínico, trata estes dois momentos de modo bem peculiar. Embora o escritor veja na atriz a representação de sua amada personagem, o palavreado de amor e entrega constantes nas cartas que ele envia é vazio e convencional, não remetendo a qualquer nota de originalidade. O amor torna-se simulacro de tantas outras situações cujas verdades estão estampadas apenas nas velhas folhas que escrevera. É como se o autor, ao se referir ao seu amor pela atriz, fizesse uma colagem de outros tantos amores. Tanto que, no final, este amor tem a duração exata de apenas cinquenta quilômetros.

Ele a contemplou; beijou-lhe as mãos, inalou o ar que ela exalava. Mas, não ousou beijar-lhe os lábios: renúncia”.

Mesmo tendo-a a seu alcance e contando com seu pleno consentimento, ele optou pela renúncia ao amor. Ou, antes, optou por renunciar não ao amor em si, visto que a amava tão substancialmente quanto se ama a superfície calma de um lago; neste momento, ele renuncia àquilo que está fora de sua rede de significações, que foge da simplicidade dos argumentos que suas peças tão bem simularam e que, por definição, representa a superficialidade de seus próprios sentimentos. O narrador se pergunta por que diabos havia de ser tão covardes as pessoas do mundo, cuja capacidade de se livrar das convenções simplistas da vida e se entregar a um novo amor, verdadeiro, de mãos e pele, lhes era nula. A resposta talvez esteja na própria concepção renunciante do escritor. Aceitar aquele amor seria ultrapassar uma barreira para a qual seu espírito não estava preparado, seria esvaziar-se dos significados comuns, já tão arraigadamente seus, e partir em busca de novos alentos.

A desculpa, então, recai sobre aquilo que mais pesa entre ambos, a idade, e o pensamento final, “ah, se...”, como forma de escape, de renúncia, se qualifica como a estagnação de significados, de superficialidade, tão presentes nas obras pós-modernas.

E uma vez renunciado o amor, resta apenas uma mão vazia, mão feita de frio gesso, como forma de continuidade, de banalização de sentimentos já meramente superficiais.

Nota-se, então, que em ambas as obras há a presença de um amor cujo alcance está fora da esfera daqueles que o buscam. E seja ele um amor destrutivo, passional e com fortes inclinações a crises de ciúmes ou um amor platônico e idealizado, ambos seus perseguidores o renunciam por não entendê-lo, por esvaziar seu sentido e tentar enquadrá-lo apenas à sua esfera de compreensão.

As personagens de ambos os contos mantêm-se na superficialidade de suas emoções, e tanto Burt quanto Ivan vivem apenas dentro daquele mundo particular ao qual foram condicionados e, ao se verem diante de uma nova possibilidade, de algo que pode arrancá-los da mesmice cotidiana, renunciam tenazmente a ele utilizando-se para isso de quaisquer argumentos que estejam ao alcance, seja uma mão de gesso ou o roubo de cinco tortas.


[“O Pós-Modernismo e a Literatura Mainstream”: PINHEIRO, Rober – Artigo de conclusão do módulo de Literatura em Língua Inglesa e Pós-Modernidade, do curso de Pós-Graduação em Literatura Contemporânea. Out/09].

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Novos projetos do Escritor M. D. Amado

Réss Fëanáry *

Bem-vindo novamente a Thargor!

O escritor M. D. Amado, um dos mais ativos e inventivos artesãos destas artes de pena e papel, anunciou em seu site a participação em mais dois projetos literários.

Vindo de uma série de participações especiais em antologias e seletas de contos, entre os quais se destacam Necrópole 2, histórias de fantasmas, Paradigmas, volumes 1 e 4, Draculea, o livro secreto dos vampiros, Metamorfose, a fúria dos lobisomens, Poe 200 Anos e Zumbis - Quem disse que eles estão mortos?, onde aparece como autor convidado, agora, suas letras vão enveredar por outras searas.

Convidado pelas organizadoras Georgette Silen e Ana Carolina Giorgion ele será o prefaciador das seletas de contos "O Grimoire dos Vampiros" e "Casulos da Alma”, respectivamente, ambos a serem lançados pela editora Folha da Baixada.

Quando recebi o convite para prefaciar ambas as obras, senti vontade de abraçar os amigos e de pular feito um louco”, me disse o autor, logo que soube do convite.

Vindo de uma caminhada de mais de 13 anos à frente do site Estronho e Esquésito, que reúne em seu arquivo alguns dos melhores contos de terror e suspense da vasta Internet, o escritor também se aventura por outros assuntos, como poesia e prosa dividida, num projeto em parceria com amigas escritoras.

Seu primeiro livro solo, Empadas e Mortes, um e-book caprichado com alguns de seus melhores contos, foi lançado recentemente e recebeu ótimas críticas. Se você ainda não leu, clique na imagem ao lado e baixe seu exemplar gratuitamente.

Pra conhecer um pouco mais do trabalho deste prolífico e bem antenado escritor, dê uma olhada nas (muitas) opções abaixo:



Site de entretenimento, só que com uma pegada diferente. Começou com causos de assombrações, fotos estranhas e notícias esquisitas. Ainda hoje esse continua sendo o forte, mas com o passar do tempo e o contato direto com os leitores, o site foi mudando em função de sugestões, críticas e idéias que iam surgindo.

* M. D. Amado (site oficial)
Site pessoal do escritor, recheado de contos, crônicas e notícias sobre seus projetos e literatura em geral.

"Não escrevo terror nem suspense, não escrevo romance nem poesias, não escrevo crônicas, e tão pouco ficção científica. Apenas escrevo".

Blog dedicado às artes dos sentimentos, da emoção e da poesia métrica (e outras nem tanto).

Dos passos errados aos acertos incertos das letras insólitas de corpo alterado. Verberar as mãos manchadas de dor. Verberar os sinais, antes que se tornem reais...

* Entre Elas Um Amado
Blog de textos em parceria com amigas escritoras.

A beleza não está somente na pele, nos olhos ou nas curvas de teus corpos. Essas moças trazem a beleza também nos sentimentos e nas palavras. Misturam-se então com a falta de beleza de um autor que come e bebe insanidades literárias. Que espreme romantismo, cotidiano e fantasia. Reza a cartilha do terror, mas delira ao som dos verbos...

Entre elas, um Amado!

* Flores do lado de Cima
Poema vídeo feito a partir de um poema publicado no fanzine “Flores do lado de Cima”:



Booktrailer do e-book "Empadas e Mortes" e de alguns projetos dos quais o autor participa (inclusive como criador dos vídeos):















E, para saber mais sobre como participar das antologias e ter a honra de ser prefaciado por ele, acesse seus respectivos blogs:



* Réss fëanáry significa, em Anthár, “Saudações (seja bem-vindo), Visitante!”.

Lançamento: Alma e Sangue, de Nazarethe Fonseca

Réss Fëanáry *

Bem-vindo novamente a Thargor!

A escritora Nazarethe Fonseca, um dos nomes mais fortes e atualmente conhecidos da literatura vampírica nacional, aporta em breve por estas terras que já foram da garoa para fazer o lançamento do segundo livro da série Alma e Sangue, instigantemente subtitulado “O Império dos Vampiros”.

Abaixo, o convite:


E, aqui, além da belíssima capa, o release da obra:

Alma e Sangue
O Império dos Vampiros

O inesperado encontro com Jan Kmam, no sótão de um casarão abandonado em São Luiz, mudou a vida de Kara Ramos para sempre. Quando Kara decide narrar essa história, tem seu manuscrito roubado, e os segredos de um reino legendário passam a correr perigo.

Agora, o rei Ariel Simon precisará da ajuda de Kara e Jan para manter a sua coroa, mas nem tudo é o que parece ser, e mesmo uma criatura milenar não escapará das batalhas e intrigas para garantir que o segredo dos vampiros não seja revelado aos mortais. "O Império dos Vampiros" é o segundo volume da saga "Alma e Sangue", que teve início com "O Despertar dos Vampiros" e continua em "O Pacto dos Vampiros".

Dados Técnicos:
ISBN:978-85-7657-088-2
1ª Edição
Ano2009
384 Páginas
Editora: Aleph
Onde Comprar: Ediotra Aleph; Livraria Cultura; Saraiva.

Parabéns por mais esse sucesso, Nazarethe!


* Réss fëanáry significa, em Anthár, “Saudações (seja bem-vindo), Visitante!”.


domingo, 1 de novembro de 2009

1º esboço da capa de Lordes de Thargor

Réss Fëanáry *

Bem-vindo novamente a Thargor!

Dando mais uma vasculhada em meus arquivos referentes ao universo de Thargor, encontrei um dos primeiros esboços feitos para a capa do livro "Lordes de Thargor, o Vale de Eldor", pintado pelo mui competente Rafael Narchi.

A partir desse esboço que, cá pra nós, eu gostei bastante, é que acertamos as cores e o tom final do desenho que posteriormente vingou como capa (imagem mais definida, com uma tonalidade mais puxada pro claro).

Então, como curiosidade, segue o primeiro esboço feito para a capa do livro 01:


* Réss fëanáry significa, em Anthár, “Saudações (seja bem-vindo), Visitante!”.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Lançamentos, lançamentos e mais lançamentos!

Réss Fëanáry *

Bem-vindo novamente a Thargor!

Muitas novidades surgindo nos próximos dias para os amantes da literatura de ficção, terror e fantasia nacionais. Lançamentos, noites de autógrafos, bate-papos e eventos literários... programas para deixar até o mais exigente do fãs megaplus satisfeito.

E, pra não deixar ninguém de fora, segue uma lista dos próximos lançamentos/eventos/livros bacanas que deverão aportar por estas bandas por esses dias, ou muito, muitíssimo em breve.

Primeiro, os convites de lançamentos:

Alma e Sangue - O Império dos Vampiros


Os Dias da Peste


Galeria do Sobrenatural


Agora, os eventos:

Mansão Macabra - O Halloween da Casa das Rosas

As atrações têm início às 19:00 e vão varar a noite, até as 6 da manhã do dia seguinte. Abaixo, alguns dos eventos da extensa listas de atrações:

Mansão Macabra 2009.
Dedicada a Edgar Allan Poe, em comemoração ao bicentenário do poeta, o evento contará com recitais, contação de histórias, apresentações teatrais, música gótica e performances macabras no jardim da Casa das Rosas.

21h – Dança: Performance no Jardim.
A Cia Micrantos fará uma performance no jardim da Casa das Rosas que atrairá a atenção de todas as pessoas… e de todos os espíritos.

21h – Cinema.
Nosferatu; O homem que ri; O Gabinete do Dr. Caligari. Filmes expressionistas alemães.

22h – Teatro: O Gato Preto.
O conto “O Gato Preto” narra a sucessão de acontecimentos que levaram um homem aparentemente normal a perpetuar os mais terríveis atos. Texto: Edgar Allan Poe. Produção: Nossa Companhia Imaginária. Recomendação etária: 14 anos.

0h – Teatro: O engenho mal-assombrado.
No meio do silêncio do velho engenho, os ruídos começam a ser ouvidos. Máquinas enferrujadas e carcomidas pelos anos voltam a rodar e, de todos os lados, surgem vultos que, ao comando do feitor, colocam-se em seus postos de serviço, iniciando o trabalho… Direção: Roberto Paulino Júnior.

0h e 1h – Visita assombrada à Mansão Macabra.
A Casa das Rosas se transforma numa mansão assombrada, com aparições que vagam pelas casa e se revelam na visita monitorada, realizada por um estranho anfitrião. (30 pessoas por visita).

1h30 – Contação de histórias: Sepultamento prematuro.
Poe narra enganos ocorridos nos idos de 1800: diferentes episódios de pessoas que morreram e voltaram. Cia. Em Cena Ser.

2h30 – Poesia: Recital de poemas malditos.
A poesia maldita estará presente por meio das leituras de Luiz Roberto Guedes, Luiz Alberto Machado Cabral, Donny Correia, Frederico Barbosa, Martha Argel e Greta Benitez, que interpretarão poemas de Edgar Allan Poe, Baudelaire, Lord Byron, Álvares de Azevedo, Augusto dos Anjos, além de textos próprios.

1º de novembro de 2009 (madrugada de domingo).
Recital de poemas malditos, 02:30
Com a participação de Martha Argel, Luiz Roberto Guedes e outros autores.

Para ver a programação completa, visite o site da Casa das Rosas, clicando AQUI.

Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura
Avenida Paulista, 37, São Paulo/SP (Perto do Metrô Brigadeiro; Convênio com o estacionamento Patropi, Al. Santos, 74).


Falando de Imaginários …

O imaginário da literatura de gênero brasileira em discussão.

A cultura pop brasileira é muito rica e tem em seu folclore e dimensão continental matéria para muitas discussões. Porém, é também influenciada pela cultura pop ocidental e, com mais força recentemente, pela oriental. A velocidade atual das comunicações acelerou as chegadas dessas influências, que vêm através de diversos meios, e continuam ajudando na criação de uma literatura de gênero brasileira heterogênea e que tem conquistado mais espaço, graças às facilidades de interação entre os escritores e seu público. A discussão proposta será no sentido de entender como esses produtores de conteúdo veem as influências externas e sua importância na construção da literatura de gênero brasileira, e como têm enfrentado os problemas e aproveitado as vantagens que essa época oferece.

A participação dos organizadores dos volumes 1 e 2 da coleção Imaginários Eric Novello e Tibor Moricz e os autores Alexandre Heredia, Ana Lúcia Merege, Davi M. Gonzales, Gerson Lodi-Ribeiro, Giulia Moon, Martha Argel e Richard Diegues, sob a mediação de Erick Santos Cardoso, falarão de Imaginários, perspectivas e opiniões sobre a literatura de gênero brasileira e responderão a perguntas dos convidados, no final.

Data e local: 28 de novembro, 2009, às 16h, na Livraria Cultura do Shopping Market Place. Avenida Doutor Chucri Zaidan, 902 - Lojas 222/223/224 – Fone: 11-3474-4033

Participantes:

ALEXANDRE HEREDIA (participante de Imaginários vol. 2).
é paulistano desde que nasceu, há 35 anos. Foi co-criador e participante dos três volumes da Coleção Necrópole. Participou também da antologia Visões de São Paulo - Ensaios Urbanos. Mais recentemente lançou os romances O Legado de Bathory (2007) e Predadores (2008).

ANA LÚCIA MEREGE (participante de Imaginários vol. 1).
é Mestre em Ciência da Informação e trabalha na Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro. Escreve artigos de divulgação sobre História e Literatura e é autora do ensaio Os Contos de Fadas e das novelas O Caçador e O Jogo do Equilíbrio. Atualmente escreve romances de fantasia ambientados no universo de Athelgard, onde reside Kieran de Scyllix.

DAVI M. GONZALES (participante de Imaginários vol. 1).
Engenheiro por formação, especialista em Gestão da Administração Pública. Obteve premiações com seus contos, publicando nas antologias Cidade de Porto Seguro (2009); Prefeitura de Niterói (2008); Academia Niteroiense de Letras (2008); ASES (2007); UNIVAP (2005); Cataratas (2004), entre outros. Dentro da literatura fantástica, participou da Paradigmas 3 (2009); Antologia UFF (2008); FC do B (2007) e Contos Fantásticos, CBJE (2007). Acredita na literatura como forma de entretenimento, talvez a melhor.

ERIC NOVELLO (organizador de Imaginários vol. 1 e 2).
é tradutor, escritor e roteirista. Publicou os romances Dante, o Guardião da Morte e Histórias da Noite Carioca. Participou das coletâneas Necrópole: Histórias de Bruxaria e Paradigmas 1, com contos de fantasia urbana. Escreve críticas de cinema, música e literatura para o jornal de arte Aguarrás. Faz parte do podcast Papo na Estante, mantém o site de literatura fantástica nacional Fantastik.

GERSON LODI-RIBEIRO (participante de Imaginários vol. 1).
autor carioca de FC e história alternativa. Publicou Alienígenas Mitológicos e A Ética da Traição na edição brasileira da Asimov’s. Autor das coletâneas de contos Outras Histórias… (1997), O Vampiro de Nova Holanda (1998), Outros Brasis (2006) e Taikodom: Crônicas (2009). Como editor, organizou as antologias Phantastica Brasiliana (2000) e Como Era Gostosa a Minha Alienígena! (2002). Trabalha desde 2004 como consultor da Hoplon Infotainment, sendo um dos criadores do universo ficcional do jogo online Taikodom.

GIULIA MOON (participante de Imaginários vol. 1).
é paulistana, formada em Publicidade e Propaganda pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP). Já foi diretora de arte, ilustradora, diretora de criação e sócia de agência de propaganda. Giulia tem três coletâneas de contos publicadas: Luar de Vampiros (2003), Vampiros no Espelho & Outros Seres Obscuros (Landy, 2004) e A Dama-Morcega (2006). Participou das coletâneas Amor Vampiro (2008), Território V (2009) e Galeria do Sobrenatural (2009).

MARTHA ARGEL (participante de Imaginários vol. 1).
é doutora em Ecologia e escritora. Seus livros mais recentes são o romance juvenil O Vampiro da Mata Atlântica (2009) e a coletânea crítica O Vampiro Antes de Drácula (2008), que organizou com Humberto Moura Neto.

RICHARD DIEGUES (participante de Imaginários vol. 1).
é escritor profissional e editor. Reside atualmente na cidade de São Paulo. Autor dos livros: Magia – Tomo I (1997), Sob a Luz do Abajur (2007) e Tempos de Algória (2009). Também é organizador e co-autor dos livros Necrópole – Histórias de Vampiros (2005), Necrópole – Histórias de Fantasmas (2006), Visões de São Paulo – Ensaios Urbanos (2006), Histórias do Tarô (2007), de cinco volumes da Coleção Paradigmas (2009), além de ter participado do Livro Vermelho dos Vampiros (2009).

TIBOR MORICZ (organizador de Imaginários vol. 1 e 2).
filho de húngaros, é um paulistano nascido em 1959. Publicitário e escritor, publicou dois livros: Síndrome de Cérbero (2007) e Fome (2008). Premiado em concursos literários, tem ainda contos publicados em revistas virtuais e em papel.

E, por fim (mas não menos importantes), os livros:

Alma e Sangue - O Imperio Dos Vampiros
Nazarethe Fonseca


O inesperado encontro com Jan Kman, no sótão de um casarão abandonado em São Luiz, mudou a vida de Kara Ramos para sempre. Quando Kara decide narrar essa história, tem seu manuscrito roubado, e os segredos de um reino legendário passam a correr perigo.

Agora, o rei Ariel Simon precisará da ajuda de Kara e Jan para manter a sua coroa, mas nem tudo é o que parece ser, e mesmo uma criatura milenar não escapará das batalhas e intrigas para garantir que o segredo dos vampiros não seja revelado aos mortais.

Dados Técnicos:
ISBN: 8576570882 / ISBN-13: 9788576570882
1ª Edição / 2009
384 páginas
Editora Aleph
Onde Comprar: Livraria Cultura


Kara & Kmam – uma saga de Alma e Sangue
Nazarethe Fonseca


Um casal de vampiros se vê em meio a uma grande rede de intrigas, perigos e poder. Sua existência é regada a doses vertiginosas de romance e sedução, do tipo que somente as criaturas da noite são capazes de criar. E, como não poderia deixar de ser, igualmente permeada de interesses, jogos de poder e vingança. Os protagonistas da trama já são velhos conhecidos dos amantes dos vampiros: surgiram aos milhares nos velhos séculos e suas histórias foram contadas em Alma e Sangue, o despertar do vampiro. Agora ressurgem com muito mais paixão e fascínio para dar continuidade a esta saga de alma e sangue.

Dados Técnicos:
ISBN: 978-85-61541-19-4
2ª Edição / 2009
176 Páginas.
Editora Tarja
Onde Comprar: Tarja Livros


Empadas e Mortes
M. D. Amado


“— Realmente... Mortos não comem empadas. Mas eu não estou morto e a empada é minha.
Virou-se em direção a porta, deu um passo e [...] olhando fixamente para mim, ironizou:
— De bacalhau essa empada só tem o nome!”
Terror, medo, sarcasmo e o mais refinado humor negro. É isto o que você vai encontrar nas páginas (eletrônicas) deste livro. Recheado com os melhores textos deste prolífico autor mineiro, “Empadas e Mortes” já nasce ousado, trazendo na sua concepção de e-book um conceito de novidade, de frescor, para a literatura de terror nacional.

“Empadas e Mortes” apresenta dezessete excelentes contos, começando com o denso “Não Fuja Mais”, narrativa que nos faz recordar os textos melancólicos de Augusto dos Anjos, até “Mortos não comem Empadas”, que empresta parte de seu nome à obra e cujo humor negro é de uma afinação única.

Ao longo deste livro, M. D. Amado constrói um universo todo particular, onde vida e morte nem sempre se apresentam como sintomas de bem e mal, de certo ou errado. Muitas vezes, a morte (ou a não-vida) é a melhor saída.

Dados Técnicos:
Formato: e-book
56 páginas
Estronho Produções
1ª edição / 2009
Onde Baixar: Site www.mdamado.com.br (baixe o seu gratuitamente!)


Os Dias da Peste
Fábio Fernandes


Cada segundo passado nos torna mais dependentes da Tecnologia. Hoje ela ainda necessita de nossa interação para seguir seu desenvolvimento. Mas cada vez menos essa afirmativa é exata. Haverá um ponto de mudança. Um avanço natural. A História Humana nos ensinou isso em séculos de progresso tecnológico. E a história da evolução digital vem sendo escrita entre o ontem e o amanhã.

Atualmente convergimos para o ponto onde a tecnologia se tornou tão comum em nosso cotidiano que não a percebemos mais. Celulares, palmtops, realidade virtual, tablets, implantes, wireless, videogames e nano máquinas já são corriqueiros. Somos atendidos por máquinas, nos comunicamos através delas, permitimos que digitalizem nossas vidas em arquivos… Conversamos com elas. O tempo em que será impossível nos separarmos dos computadores está cada vez mais imediato.

E se um dia fosse necessário nos afastarmos de todo conforto tecnológico que nos cerca? Se precisássemos nos desconectar de toda a praticidade da evolução digital? Caso a sua vida, como você a conhece hoje, dependa de um total afastamento da informação, o que você faria? Se estivéssemos vivendo Os Dias da Peste moderna? Você conseguiria puxar a tomada?

Dados Técnicos:
ISBN: 978-85-61541-18-7
1ª edição / 2009
Páginas: 184
Editora Tarja
Onde Comprar: Tarja Livros


Dragões de Éter: Corações de Neve
Raphael Draccon


Nova Ether é um mundo protegido por poderosos avatares em forma de fadas-amazonas. Um dia, porém, cansadas das falhas dos seres racionais, algumas delas se voltaram contra as antigas raças. E assim nasceu a Era Antiga. Hoje, Arzallum, o Maior dos Reinos, tem um novo rei, e a esperada Era Nova se inicia.

Entretanto, coisas estranhas continuam a acontecer... Uma adolescente desenvolve uma iniciação mística proibida, despertando dons extraordinários que tocam nos dois lados da vida. Dois irmãos descobrem uma ligação de família com antigos laços de magia negra, que lhes são cobrados. Duas antigas sociedades secretas que deveriam estar exterminadas renascem como uma única, extremamente furiosa.

Após duas décadas preso e prestes a completar 40 anos, um ex-prisioneiro reconhecido mundialmente pelas ideias de rebeldia e divisão justa dos bens roubados de ricos entre pobres é libertado, desenterrando velhas feridas, ressentimentos entre monarcas e canções de guerra perigosas. O último príncipe de Arzallum resgata sombrios segredos familiares e enfrenta o torneio de pugilismo mais famoso do mundo, despertando na jornada poderosas forças malignas e benignas além de seu controle e compreensão. E a tecnologia do Oriente chega de maneira devastadora ao Grande Paço, dando início a um processo que irá unir magia e ciência, modificando todo o conhecimento científico que o Ocidente imaginava possuir. E o mundo mudará. Mais uma vez.

Dados Técnicos:
ISBN: 9788562936012
1ª Edição / 2009
498 Páginas
Editora Leya
Onde Comprar: Livraria Cultura


Rumo à Fantasia
Roberto de Souza Causo (org.)


Narrativas que exploram diferentes facetas do gênero fantasia, de Ambrose Bierce a Bruce Sterling, de Eça de Queiroz a Braulio Tavares. Autores do passado e do presente, em histórias que exploram a fantasia heróica e medieval, a fábula, a ambientação contemporânea, os territórios da Península Ibérica, as praias do Nordeste e o cenário urbano, do Oriente e de outros mundos.

Dados Técnicos:
Editora: Devir Livraria
ISBN: 8575323733 / ISBN-13: 9788575323731
1ª Edição / 2009
200 páginas
Editora: Devir Livraria
Onde Comprar: Livraria Cultura


Pacto de Monstros
Mônica Sicuro e Rúbia Cunha (org.)


A humanidade sempre produziu aberrações, parias de uma sociedade que não perdoa aqueles que se colocam a sua margem. A literatura, por outro lado, tratou de imortalizar seus monstros em histórias fantásticas que atravessaram gerações. São vampiros, lobisomens, serial killers, entidades malignas e personagens bizarros e imprevisíveis, reais e imaginários, que se confundem no imaginário coletivo dos leitores. E apenas sob um aspecto eles são inconfundíveis: sua sede de sangue é eterna, como eternas serão as suas lendas.

Dados Técnicos:
ISBN:978-85-7961-030-1
1ª Edição / 2009
168 Páginas
Editora Multifoco
Onde Comprar: Editora Multifoco


Imaginários V ol. 1
Tibor Moricz, Saint-Clair Stockler e Eric Novello (orgs.)


Neste primeiro volume da coleção Imaginários da Editora Draco organizado por Tibor Moricz, Saint‑Clair Stockler e Eric Novello, os autores Gerson Lodi-Ribeiro, Giulia Moon, Jorge Luiz Calife, Ana Lúcia Merege, Carlos Orsi, Flávio Medeiros, Roberto de Sousa Causo, Osíris Reis, Martha Argel, Davi M. Gonzales e Richard Diegues desafiam as fronteiras do real e apresentam excelentes histórias de fantasia, ficção-científica e terror.
Dados Técnicos:
ISBN: 978-85-62942-00-6
128 Páginas
1ª Edição / 2009
Onde Comprar: Editora Draco

Imaginários Vol. 2
Tibor Moricz, Saint-Clair Stockler e Eric Novello (orgs.)


Neste volume da coleção Imaginários da Editora Draco, os organizadores Tibor Moricz, Saint‑Clair Stockler e Eric Novello também participam com contos fantásticos ao lado dos autores João Barreiros, Jorge Candeias, Alexandre Heredia, Sacha Ramos, Luís Filipe Silva e André Carneiro, desafiando as fronteiras do real e apresentando excelentes histórias de fantasia, ficção-científica e terror.

Dados Técnicos:
ISBN: 978-85-62942-01-3
128 Páginas
1ª Edição / 2009
Editora Draco
Onde Comprar: Editora Draco


Kimaera - Dois Mundos
Helena Gomes


Em um mundo desértico, Ytsar, uma jovem escrava, luta contra a opressão dos clãs. Em um mundo gélido, Aleph, um jovem guerreiro, luta contra a tirania dos batalhões. Em suas jornadas, Ytsar e Aleph irão descobrir uma profecia sobre a volta de uma era de justiça e bondade. Também irão descobrir que, para concretizar essa profecia, deverão se unir - mesmo que para isso precisem cruzar a barreira que separa seus mundos.

Dados Técnicos:
ISBN: 8589134415 / ISBN-13: 9788589134415
1ª Edição – 2009
432 páginas
Editora Jambô
Onde Comprar: Livraria Cultura


Galeria do Sobrenatural
Silvio Alexandre (org.)

Galeria do Sobrenatural - Jornadas Além da Imaginação (Terracota Editora).

Organizado por Silvio Alexandre, a antologia é uma homenagem aos 50 anos do seriado de TV Twilight Zone (Além da Imaginação, no Brasil) e reúne 19 narrativas inspiradas no clima do seriado.

Os autores são: Andréa Del Fuego, Braulio Tavares, Cavani Rosas, Claudio Brites, Cláudio Villa, Danny Marks, Fábio Fernandes, Giulia Moon, Jana Lauxen, Lucio Manfredi, Luís Filipe Silva, Márcia Olivieri, Mario Carneiro Jr, Max Mallmann, Miguel Carqueija, Octávio Aragão, Regina Drummond, Shirley Souza e Tatiana Alves.
Dados Técnicos:
ISBN 978-85-62370-02-1
1ª edição / 2009
144 Páginas
Editora Terracota
Onde Comprar: Editora Terracota


* Réss fëanáry significa, em Anthár, “Saudações (seja bem-vindo), Visitante!”.